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Dom Bosco NEPPSI

comunicações

JUN 2009

O TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO
E A VIDA COTIDIANA DE SEUS PORTADORES

A proposta deste estudo é analisar a vida cotidiana de pessoas portadoras de TOC. Esta investigação está em andamento e tem por objetivo entender como os portadores de TOC percebem sua doença e a veem no outro. A partir da criação de um grupo de apoio, pretende-se propiciar um espaço de exercício da cidadania a portadores e familiares, buscando diminuir a vergonha, o preconceito e a discriminação que estigmatizam os portadores desse transtorno. Para tal objetivo, a metodologia utilizada embasou-se nos fundamentos de abordagem qualitativa, e usou a entrevista como instrumento para a coleta de dados. Foram realizadas oito entrevistas com portadores de TOC de ambos os sexos, e algumas palestras informativas para divulgação do tema. A análise dos dados considerou a abordagem cognitivo-comportamental como base para a interpretação dos resultados. Os resultados parciais apontam a ansiedade como determinante principal da doença, demonstram que a falta de informação é uma das razões pelas quais a busca de tratamento não ocorre, e que existe grande dificuldade de lidar com os rituais devido à vergonha e ao preconceito. Seu início ocorre geralmente na adolescência, e seu diagnóstico muitas vezes não é realizado. O grupo de apoio está em fase inicial, reunindo até o momento pequeno número de participantes e, dessa maneira, os dados obtidos até o momento não apontam resultados conclusivos.

EDILAINE CRISTINA HUDZINSKI E JOSIANE SHMIDT GONÇALVES: Alunas do curso de Psicologia da Faculdade Dom Bosco.
PROF. FABIO THÁ: Psicólogo, Doutor em Estudos Linguísticos, Professor do curso de Psicologia da Faculdade Dom Bosco.
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JUN 2009
 

A QUESTIONÁVEL RESSOCIALIZAÇÃO DE ADOLESCENTES NO REGIME CARCERÁRIO

 

O presente artigo tem como proposta centradiscutir o que acontece quando um adolescente é institucionalizado em educandário por cometer delito. Para embasar essa discussão, pretende-se fazer breve revisão de alguns conceitos sobre o desenvolvimento psicológico, cujo objetivo é investigar a relação dos maus-tratos na infância com os posteriores atos de violência cometidos. O artigo tem ainda como propósito questionar se, de fato, há ressocialização e reorganização psíquica num meio onde o adolescente se depara com a mortificação do eu, tendo um regime autoritário como exemplo de identificação.

REBEKKA RINKLIN: Aluna do curso de Psicologia da Faculdade Dom Bosco.
PROF. FABIO THÁ: Psicólogo, Doutor em Estudos Linguísticos, Professor do curso de Psicologia da Faculdade Dom Bosco.
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